Gilvam Borges quer acabar com exame da OAB
Aguarda deliberação, na Comissão de Constituição, Justiça e
Cidadania (CCJ), projeto do Senador Gilvam Borges (PMDB-AP)
destinado a acabar com o exame realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para autorizar o exercício da Advocacia por quem se diploma em Direito (PLS nº 186/06). A iniciativa, que receberá
decisão terminativa, ainda não tem relator na CCJ.
O texto muda o Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/94) para
estabelecer que cabe à OAB promover, com exclusividade, a
representação, a defesa e a disciplina dos advogados, mas não
selecioná-los mediante exame de proficiência, como acontece hoje. Se conseguir aprovar essa mudança, Gilvam Borges diz que estará
promovendo uma "alteração judiciosa e pertinente na carreira
advocatícia, a que tantos bacharéis em Direito têm aspirado".
O senador argumenta que a Advocacia é a única profissão para cujo
exercício a entidade representativa de classe exige aprovação em
exame de proficiência. Ele afirma que, apesar de o aspirante à
carreira haver sido diplomado em instituição de ensino superior,
oficialmente autorizada e credenciada pelo Ministério da Educação, é compelido a submeter-se "a essa espécie de certame" que, em sua
opinião, não tem o poder de avaliar a capacidade técnica do
diplomado.
"A um simples exame não se pode atribuir a propriedade de avaliar
de exames aplicados durante todos os anos do curso de graduação, até porque, por se tratar de avaliação única, de caráter eliminatório, sujeita o candidato a uma situação de estresse e, não raro, a problemas temporários de saúde", alega.
No entender de Gilvam Borges, argüir que a intenção desse exame é
avaliar o desempenho das instituições de ensino também não é
apropriado, visto que, nesse caso, o ônus recai sobre o aspirante a advogado. Outro argumento do senador é o de que o Ministério da
Educação já é responsável pela aplicação do Exame Nacional de Cursos (o Provão), com o exato objetivo de fazer essa avaliação, não cabendo à OAB fazê-la também.
Fonte: Agência Senado
Taí, é um caso discutível mesmo, pois, uma vez que para nenhum dos outros cursos superiores se exige uma prova, certificando que o diplomado está ou nao apto a desempenhar a função na qual ele graduou-se, pq no Direito tem que havê-la? Nao seria pq a OAB conseguiu implantar esta imposição perante os magistrados?
Uebaaaa! Ótima notícia! Estou fazendo direito ... hehehehe
ResponderExcluirBjins
Excelente idéia............ boas notícias!!!!!!!!!!
ResponderExcluirParabens pelo curso de Direito..........