ATUAL REALIDADE BRASILEIRA
Hoje no nosso país rola uma esperança falsamente propagandeada pelo atual governo, de que o Brasil vai bem, obrigado. Será mesmo? Não é isso que vemos por aí, pois o nossos pais de família estão sendo demitidos da normalidade da vida costumeira: perdem seus empregos e encontram a falência de suas vidas e enxergam suas enganosas dependências frente ao abandono social advindo do neoliberalismo atual, que ainda insiste em manter o poder nas mãos do mesmo presidente, o qual apoia políticos que praticam atos imorais e suas ações subversivas à Moral, à Ética e às leis desta nação. O que esperar de um governo que privilegia banqueiros e acoberta companheiros corruptos, deixando em liberdade os reais e perigosos criminosos? O que esperar de processos conduzidos por políticos corruptos e/ou subversivos com atos deploráveis daqueles que deveriam zelar pelos interesses deste país, o que se constitui na praxis esperada?
A contracultura brasileira continua a eleger as papudas bundas de esculturais dançarinas oligofrênicas ou de lindas garotas de programa como belezas a incorporar em crianças inocentes, ainda na mais tenra idade, quando inspiram negativamente mães ingênuas nas rarefeitas vestimentas de suas filhinhas infantis, que cantarolam barulhentas músicas quase monotônicas, com pitadas de sexo, cujas letras não representam o vernáculo objetivamente e ainda não respeitam o gênero poético mais elementar. Que idéias e comportamentos socio-morais estão sendo legadas aos nossos filhos em sua primeira formação intelectual? Também, empobrecem por ganhar novos pseudo-ídolos a cada dia: os analfabetos e milionários craques de bola que não articulam frases com mais de quatro palavras; as desejadas apresentadoras e cantoras beócias, naturalmente com baixa ou nenhuma potência vocal, desentoadas e com anseios sexuais aflorados e/ou apenas exibidos profissionalmente, provocando translocados desejos sexuais nos pais e seus filhos adolescentes e não somando praticamente nada aos desenvolvimentos mental e intelectual dos baixinhos idiotizados ao assistirem seus soprados programas semanais; o cantor da eterna parte melódica repetida sobre a quase morta e medíocre letra versando sobre o trivial, que desativa neurônios até mesmo de adultos inteligentes, após serem entediados com a reprodução sonora persistente daqueles cantos sobre o tema da mesmice explícita, etc..
Nossa atual construção de cidadãos não nos parece incorporar positivos valores aos brasileiros, especialmente no que concerne à sua novíssima geração contemporânea, que lamentavelmente parece aceitar o crescimento de sua megadecadência social, naturalmente persuadida e atraída pelo chamamento dos valores imediatos do mundo material e do modismo generalizado imposto contra os pouco ou não praticantes da crítica sobre o cosmo onde nos situamos enquanto racionais. Temos um processo de comunicação que está ‘fazendo a cabeça’ de nosso povo, obviamente através de uma lavagem cerebral com idéias e pensamentos sem valor axiológico para quem os adquire, pelo que estamos vivenciando neste tenebroso e incerto presente!...
Nas favelas estão cidadãos pendurados em encostas de morros abandonados pelos poderes públicos, que deslizam quando dos períodos de fortes chuvas, quase sempre impondo-se-lhes mortes e perdas sobre o pouco que detêm do PIB de suas regiões. Lá, soma-se o intenso tráfico de drogas, acobertado por policiais corruptos e coniventes com tal prática ilícita, fato que vem minando o futuro de jovens brasileiros e carreando suas famílias para a orfandade, ao que também se acoplam as investidas dos policiais torturadores contra moradores daquelas não urbanizadas comunidades, cujos brutais atos são justificados pela mídia como ataques e perseguições aos traficantes de entorpecentes, costumeiramente levando mortes e sofrimentos a inocentes da mesma forma que a criminosos, em cenas diárias de pleno despeito aos direitos humanos. Nossa realidade em/ou/de guerra se apresenta regularmente nos muitos noticiários televisivos e nas diversas reportagens publicadas em jornais, cujas páginas parecem estar cada vez mais impregnadas com o sangue das vítimas fatais! Estamos ou não em guerra civil?
Escolas não cumprem bem sua função primordial de educar jovens e seus professores são remunerados de maneira insuficiente, não se podendo melhorar suas capacitações, as quais ficam a merecer uma prioridade menor que a satisfação das necessidades básicas e/ou elementares dos facilitadores, degradando-se o ensino como um todo, especialmente em sua base fundamental. Portanto, o produto advindo desses professores é criticamente de qualidade ruim e o ensino público muito mais decepcionante. Quase sempre vê-se que quando existe uma suposta boa escola, certamente há a falta então do bom professor e vice-versa. O que se esperar do alunado, muitas vezes sem receber a merenda escolar já subtraída por seus oficiais e inescrupulosos guardiões ou sem ter dinheiro para se deslocar de suas casas até a escola? Tudo se mostra muito ruim e o crime já alcançou os colégios, onde professores são ameaçados e agredidos por marginais freqüentadores daqueles recintos ou de suas abandonadas proximidades e quando balas perdidas atingem mortalmente alunos, além de drogas serem ali comercializadas entre aprendizes, num tráfico sabidamente crescente e por demais maligno e, por conseqüência, frustador do futuro da população brasileira em seu nascedouro: na parcela infanto-juvenil.
Assim, vivemos um tempo de atrozes problemas, com pouca gente muito poderosa e detentora da porção maior do PIB nacional. Uma minoria divide o que sobra de nosso produto interno bruto, como que aves de rapina disputando os restos ou a carcaça de um animal recém predado e/ou em decomposição, numa luta que não ultrapassa a mínima fronteira da precária sobrevivência em nosso "mundo cão". Que resposta futura haveremos de ter de nossos jovens em processo de formação escolar, cujas vidas parecem se sedimentar na violência e nos descaminhos que os levam a continuada negação dos bons valores axiológicos? Qual o papel de nossos governantes sobre tal tragédia?
Finalmente, o sol brasileiro continua aquecendo poucos e o frio torturando muitos, trazendo ao nosso sofrido povo as faltas material e espiritual, que tanto se opõem à construção da dignidade, que certamente coloca uma enorme dúvida sobre o futuro do Brasil.
Brasileiros, acordai-vos enquanto latentes sois!
Adroaldo Figueiredo
adrofig@ig.com.br
Hoje no nosso país rola uma esperança falsamente propagandeada pelo atual governo, de que o Brasil vai bem, obrigado. Será mesmo? Não é isso que vemos por aí, pois o nossos pais de família estão sendo demitidos da normalidade da vida costumeira: perdem seus empregos e encontram a falência de suas vidas e enxergam suas enganosas dependências frente ao abandono social advindo do neoliberalismo atual, que ainda insiste em manter o poder nas mãos do mesmo presidente, o qual apoia políticos que praticam atos imorais e suas ações subversivas à Moral, à Ética e às leis desta nação. O que esperar de um governo que privilegia banqueiros e acoberta companheiros corruptos, deixando em liberdade os reais e perigosos criminosos? O que esperar de processos conduzidos por políticos corruptos e/ou subversivos com atos deploráveis daqueles que deveriam zelar pelos interesses deste país, o que se constitui na praxis esperada?
A contracultura brasileira continua a eleger as papudas bundas de esculturais dançarinas oligofrênicas ou de lindas garotas de programa como belezas a incorporar em crianças inocentes, ainda na mais tenra idade, quando inspiram negativamente mães ingênuas nas rarefeitas vestimentas de suas filhinhas infantis, que cantarolam barulhentas músicas quase monotônicas, com pitadas de sexo, cujas letras não representam o vernáculo objetivamente e ainda não respeitam o gênero poético mais elementar. Que idéias e comportamentos socio-morais estão sendo legadas aos nossos filhos em sua primeira formação intelectual? Também, empobrecem por ganhar novos pseudo-ídolos a cada dia: os analfabetos e milionários craques de bola que não articulam frases com mais de quatro palavras; as desejadas apresentadoras e cantoras beócias, naturalmente com baixa ou nenhuma potência vocal, desentoadas e com anseios sexuais aflorados e/ou apenas exibidos profissionalmente, provocando translocados desejos sexuais nos pais e seus filhos adolescentes e não somando praticamente nada aos desenvolvimentos mental e intelectual dos baixinhos idiotizados ao assistirem seus soprados programas semanais; o cantor da eterna parte melódica repetida sobre a quase morta e medíocre letra versando sobre o trivial, que desativa neurônios até mesmo de adultos inteligentes, após serem entediados com a reprodução sonora persistente daqueles cantos sobre o tema da mesmice explícita, etc..
Nossa atual construção de cidadãos não nos parece incorporar positivos valores aos brasileiros, especialmente no que concerne à sua novíssima geração contemporânea, que lamentavelmente parece aceitar o crescimento de sua megadecadência social, naturalmente persuadida e atraída pelo chamamento dos valores imediatos do mundo material e do modismo generalizado imposto contra os pouco ou não praticantes da crítica sobre o cosmo onde nos situamos enquanto racionais. Temos um processo de comunicação que está ‘fazendo a cabeça’ de nosso povo, obviamente através de uma lavagem cerebral com idéias e pensamentos sem valor axiológico para quem os adquire, pelo que estamos vivenciando neste tenebroso e incerto presente!...
Nas favelas estão cidadãos pendurados em encostas de morros abandonados pelos poderes públicos, que deslizam quando dos períodos de fortes chuvas, quase sempre impondo-se-lhes mortes e perdas sobre o pouco que detêm do PIB de suas regiões. Lá, soma-se o intenso tráfico de drogas, acobertado por policiais corruptos e coniventes com tal prática ilícita, fato que vem minando o futuro de jovens brasileiros e carreando suas famílias para a orfandade, ao que também se acoplam as investidas dos policiais torturadores contra moradores daquelas não urbanizadas comunidades, cujos brutais atos são justificados pela mídia como ataques e perseguições aos traficantes de entorpecentes, costumeiramente levando mortes e sofrimentos a inocentes da mesma forma que a criminosos, em cenas diárias de pleno despeito aos direitos humanos. Nossa realidade em/ou/de guerra se apresenta regularmente nos muitos noticiários televisivos e nas diversas reportagens publicadas em jornais, cujas páginas parecem estar cada vez mais impregnadas com o sangue das vítimas fatais! Estamos ou não em guerra civil?
Escolas não cumprem bem sua função primordial de educar jovens e seus professores são remunerados de maneira insuficiente, não se podendo melhorar suas capacitações, as quais ficam a merecer uma prioridade menor que a satisfação das necessidades básicas e/ou elementares dos facilitadores, degradando-se o ensino como um todo, especialmente em sua base fundamental. Portanto, o produto advindo desses professores é criticamente de qualidade ruim e o ensino público muito mais decepcionante. Quase sempre vê-se que quando existe uma suposta boa escola, certamente há a falta então do bom professor e vice-versa. O que se esperar do alunado, muitas vezes sem receber a merenda escolar já subtraída por seus oficiais e inescrupulosos guardiões ou sem ter dinheiro para se deslocar de suas casas até a escola? Tudo se mostra muito ruim e o crime já alcançou os colégios, onde professores são ameaçados e agredidos por marginais freqüentadores daqueles recintos ou de suas abandonadas proximidades e quando balas perdidas atingem mortalmente alunos, além de drogas serem ali comercializadas entre aprendizes, num tráfico sabidamente crescente e por demais maligno e, por conseqüência, frustador do futuro da população brasileira em seu nascedouro: na parcela infanto-juvenil.
Assim, vivemos um tempo de atrozes problemas, com pouca gente muito poderosa e detentora da porção maior do PIB nacional. Uma minoria divide o que sobra de nosso produto interno bruto, como que aves de rapina disputando os restos ou a carcaça de um animal recém predado e/ou em decomposição, numa luta que não ultrapassa a mínima fronteira da precária sobrevivência em nosso "mundo cão". Que resposta futura haveremos de ter de nossos jovens em processo de formação escolar, cujas vidas parecem se sedimentar na violência e nos descaminhos que os levam a continuada negação dos bons valores axiológicos? Qual o papel de nossos governantes sobre tal tragédia?
Finalmente, o sol brasileiro continua aquecendo poucos e o frio torturando muitos, trazendo ao nosso sofrido povo as faltas material e espiritual, que tanto se opõem à construção da dignidade, que certamente coloca uma enorme dúvida sobre o futuro do Brasil.
Brasileiros, acordai-vos enquanto latentes sois!
Adroaldo Figueiredo
adrofig@ig.com.br
"O que esperar de um governo que privilegia banqueiros e acoberta companheiros corruptos, deixando em liberdade os reais e perigosos criminosos?"
ResponderExcluirExcelente texto para fazer pensar sobre: Cidadania, Poder, Estado de Direito, Impunidade,
Crime e Direitos Humanos, entre outros......
Parabéns amiga!!!!
Beijos,
Sonia.
O Brasil encontra-se numa situação periclitante e pouco podemos esperar a não ser, que Deus olhe por todos...
ResponderExcluirbs,