Livro de ex-assessor de imprensa de Lula garante que o
presidente participou junto com Dirceu das negociações do
Mensalão.
Por Jorge
Serrão
presidente participou junto com Dirceu das negociações do
Mensalão.
Por Jorge
Serrão
O presidente Lula da Silva não poderá mais alegar que
nada sabia sobre o escândalo do mensalão. Ele participou das negociações do
esquema. A revelação está no livro "Do Golpe ao Planalto", escrito por
seu ex-assessor de imprensa e amigo pessoal, Ricardo Kotscho, que será lançado
hojeem São Paulo , editado pela Companhia das Letras. Uma candidata ao
Senado pelo estado de São Paulo pelo PTC, Ana Prudente, afirmou no horário
eleitoral gratuito "Ele mentiu descaradamente em pronuncimaneto oficial à nação,
é um criminoso.", e promete usar o livro para lançar uma campanha de mobilização
nacional pelo impeachment de Lula, em função do objetivo fato novo.
nada sabia sobre o escândalo do mensalão. Ele participou das negociações do
esquema. A revelação está no livro "Do Golpe ao Planalto", escrito por
seu ex-assessor de imprensa e amigo pessoal, Ricardo Kotscho, que será lançado
hoje
Senado pelo estado de São Paulo pelo PTC, Ana Prudente, afirmou no horário
eleitoral gratuito "Ele mentiu descaradamente em pronuncimaneto oficial à nação,
é um criminoso.", e promete usar o livro para lançar uma campanha de mobilização
nacional pelo impeachment de Lula, em função do objetivo fato novo.
Na obra, Kotscho coloca a marca do repórter acima da carteirinha do partido, ao
narrar a negociação do PT com o PL, que ele presenciou em 2002, no apartamento do
ex-deputado Paulo Rocha (PA), onde se plantou a semente do mensalão. A
negociação juntou, de um lado, Lula e José Dirceu, e de outro, José Alencar e
Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Kotscho descobriu o móvel principal
daquela feroz discussão: 10 milhões de reais.
E o pior, é que ele assegura que Lula estava lá debatendo a "fixação do preço".
ex-deputado Paulo Rocha (PA), onde se plantou a semente do mensalão. A
negociação juntou, de um lado, Lula e José Dirceu, e de outro, José Alencar e
Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Kotscho descobriu o móvel principal
daquela feroz discussão: 10 milhões de reais.
E o pior, é que ele assegura que Lula estava lá debatendo a "fixação do preço".
Ricardo Kotscho, que não é filiado ao Partido dos Trabalhadores, acrescentou um
pósfácio em que faz duras críticas à corrupção no governo. O jornalista conclui que a
corrupção é um
"ingrediente trágico em nosso destino". No livro, cujo objetivo é narrar sua
trajetória profissional, Kotscho garante que em seus dois anos de governo não
teve nenhum sinal ou evidência de corrupção. Ele narra que, ao visitar um
jornal, em janeiro de 2004, como assessor de imprensa do presidente, recebeu uma
saraivada de críticas ao listar as realizações do governo Lula.
Naquele
instante, Kotscho desafiou: "Vocês podem falar o que quiserem, mas pelo menos
são obrigados a reconhecer que neste governo não tem corrupção".
O assessor
só deu azar porque um mês depois explodiu o caso Waldomiro Diniz, que foi o
estopim de todas as crises que atingiram o governo, com o mensalão, a queda de
José Dirceu, o estouro da máfia dos sanguessugas, e, agora, a ainda não
explorada Operação Mão de Obra, desbaratada pela Polícia Federal, que denuncia a
manipulação de licitações, com um esquema que movimenta mais de meio bilhão de
reais só com a limpeza terceirizada dos órgãos da União.
Tanta sujeira,
junto com a revelação contida no livro, leva a candidata a senadora pelo pequeno
Partido Trabalhista Cristão paulista a relançar uma campanha pelo impedimento de
Lula, mesmo próximo do período eleitoral. A candidata Ana Prudente considera que
a declaração contida no livro de Ricardo Kotscho é o ingrediente final para
comprovar que Lula não só sabia desde o começo, mas teve participação ativa em
diversas negociações durante o processo de captação de uma base aliada para seu
governo. Por isso, pretende liderar uma campanha nacional pelo impeachment de
Lula.
"ingrediente trágico em nosso destino". No livro, cujo objetivo é narrar sua
trajetória profissional, Kotscho garante que em seus dois anos de governo não
teve nenhum sinal ou evidência de corrupção. Ele narra que, ao visitar um
jornal, em janeiro de 2004, como assessor de imprensa do presidente, recebeu uma
saraivada de críticas ao listar as realizações do governo Lula.
Naquele
instante, Kotscho desafiou: "Vocês podem falar o que quiserem, mas pelo menos
são obrigados a reconhecer que neste governo não tem corrupção".
O assessor
só deu azar porque um mês depois explodiu o caso Waldomiro Diniz, que foi o
estopim de todas as crises que atingiram o governo, com o mensalão, a queda de
José Dirceu, o estouro da máfia dos sanguessugas, e, agora, a ainda não
explorada Operação Mão de Obra, desbaratada pela Polícia Federal, que denuncia a
manipulação de licitações, com um esquema que movimenta mais de meio bilhão de
reais só com a limpeza terceirizada dos órgãos da União.
Tanta sujeira,
junto com a revelação contida no livro, leva a candidata a senadora pelo pequeno
Partido Trabalhista Cristão paulista a relançar uma campanha pelo impedimento de
Lula, mesmo próximo do período eleitoral. A candidata Ana Prudente considera que
a declaração contida no livro de Ricardo Kotscho é o ingrediente final para
comprovar que Lula não só sabia desde o começo, mas teve participação ativa em
diversas negociações durante o processo de captação de uma base aliada para seu
governo. Por isso, pretende liderar uma campanha nacional pelo impeachment de
Lula.
E adorei a declaração do Lulalelé: "Nunca sei quando
sou candidato ou quando sou presidente."
Adorei mais ainda a resposta de seu ex-companheiro de
partido: "Eu sei, quando ele faz merda é presidente, quando
promete merda , é candidato. "
By
Jorge Serrão
Cara, estou maluca pra ler este livro!
ResponderExcluirAdorei a resposta do ex companheiro de partido.hahahahahahahaha
Valeu!
Bjs.
Eu já encomendei, antes que seja proibida a venda....
ResponderExcluirbs,