domingo, 17 de setembro de 2006

PRECISAMOS DIVULGAR


*SERÁ QUE VAI SER DIVULGADO A TEMPO?*



No último dia 26, Carlos Chagas publicou em sua coluna na
Tribuna da Imprensa o texto que vai transcrito abaixo. É pena que
pouca gente tenha tomado conhecimento do texto. 
Porque Carlos Chagas tem tradição nesses furos aparentemente estapafúrdios. Foi ele quem, mais de um ano antes de Roberto Jefferson, revelou a existência do mensalão.


"BRASÍLIA - Vem bomba por aí, igual ou maior do que
a revelação da existência de Marcos Valério e malas, um ano antes que
eclodisse a crise do mensalão. Quando setembro chegar, em plena ebulição
eleitoral, o caso Celso Daniel receberá profundos acréscimos no sentido da
demonstração de que o prefeito de Santo André foi mesmo assassinado por
interesses ligados ao PT e ao sistema de arrecadação de recursos do partido.


Uma testemunha-chave dispõe-se a abrir os bastidores da questão até hoje

inconclusa, envolvendo dirigentes petistas daqueles idos e detalhes de

uma operação tão cruel quanto desastrada.


A história é conhecida e já foi denunciada pelos irmãos de Celso Daniel.


Ele foi assassinado porque preparava amplo dossiê da roubalheira promovida

pelo PT, envolvendo a sua e outras prefeituras geridas pelo partido e empresas 
aquinhoadas com concessões e contratos de prestação de serviços.


Chegou a ser torturado e afinal friamente executado,
depois de dois dias de cativeiro. A novidade está no aparecimento de provas,
não apenas testemunhais. A bomba explodirá sobre o PT e não deixará
de refletir-se na candidatura Lula, porque a operação foi do
conhecimento e da aprovação de gente próxima dele.


Fala-se que a ordem para o assassinato foi dada por telefone , de

Campinas.


E no dia e na hora do telefonema, quem estava em Campinas
era o Zé Dirceu. O dossier elaborado pelo Prefeito Daniel
esclarecia que o dinheiro coletado criminosamente em Ribeirão Preto 
era levado pessoalmente por petista ligadíssimo ao Lula e deixado em mãos
do Zé Dirceu, que era presidente do PT em São Paulo".

Vamos repassar, pessoal. O Brasil precisa disso!

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