sexta-feira, 30 de junho de 2006

A chave da felicidade



A chave da felicidade

- Letícia Thompson -







Muitas vezes quando nos julgamos
muito inteligentes, estamos apenas no meio do caminho que essa palavra
significa. Ser inteligente não é saber tudo ou ter a curiosidade de tudo
saber. Ser inteligente é tirar proveito das lições da vida, olhar os
acontecimentos com objetividade e não permitir que as emoções dominem a
situação.

Desistir na metade do caminho só porque alguém
disse que seria difícil continuar, não é uma atitude inteligente. É
importante continuar e até com mais ânimo e vontade de vencer quando as
dificuldades apontarem na esquina. Fazemos isso com as crianças quando
queremos obter alguma coisa delas dizendo "aposto que você não vai conseguir"
porque sabemos que ela vai pegar aquilo como um desafio e vai se desdobrar
em esforços. E por que baixamos os braços, nós, adultos, conscientes e tão
sábios?

Há quem diga que tomou esse ou aquele caminho
porque não teve opção. É a vida, o que podemos fazer? Devemos aceitar as
situações porque esse é o nosso destino. Será? Se fosse assim, melhor seria
não fazer nada, se sentar num canto e esperar o destino acontecer.

Temos opções sim, mesmo se não são as que esperamos,
as que desejamos. Podemos desistir, podemos
perseverar, podemos ficar parados para ver o que acontece. O que não podemos,
geralmente, é voltar atrás. Não... nós voltamos atrás nas nossas decisões,
mas não nas conseqüências que elas já ocasionaram em nós... e nos outros!
Quando a caminhada parecer longa
e dura demais e as pessoas acharem que você vai desistir, encha o peito de
fôlego e prove do que você é capaz. Volte a ser criança e aceite o desafio,
sem duvidar um instante que você vai conseguir. Lute até o último instante e se você não
mudar a situação, vai ter deixado pelo menos nos outros e em você mesmo a
impressão de um batalhador, que não se deixa facilmente vencer.


Não deposite nas mãos de ninguém e em nada a chave para a sua felicidade.
Guarde consigo o poder de ser dono da sua própria vida e diga-se que se você
for um bom condutor, vai saber evitar acidentes. E se eles vierem, apesar
de tudo, nem por isso condene-se! Muitas quedas acontecem para nos acordar
para uma outra realidade, para nos ensinar a parar um pouco e, quem sabe,
encontrar outras direções e saídas. E caminhar sem parar pode ser
extremamente entediante e cansativo.

Guarde no seu coração o amor a si mesmo e aos
outros, cultive a fé como arma de luta, como escudo, seja guerreiro na
história, nem que seja a sua e vença, porque se o próprio Deus acredita em
você, não há razão para duvidar.



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