Bira
Malta
Malta
Na vida de imigrante temos perdas e ganhos,
na longa jornada que não parece terminar. Olho pelos lughares que já passei e
tudo continua em movimento, pois a vida com sua pressas e suas arestas sempre
largas. Meu sentimento nunca está completo porque a verdadeira realização na
vida não se completa , mas sim, as necessidades e exigências se ampliam.
Queremos sempre mais, nada é o bastante. Queremos a felilicidade em doses
generosas quando ela teima em vir em forma de gotas tímidas. Tudo tem sua razão,
seu tempo, seu ritmo, seu mote. Tudo tem um brilho não decifrado. Nem tudo é pra
ser compreendido, mas vivido , vivenciado e compartilhado. Nas minhas divagações
tabtas vezes me achei perdido e me encontrei a buscar outras interrogações e
“pontos de exclamação”, nunca me contentei com o ‘ponto final” ,sempre quis e
quero as reticências ,o caminho aberto pra novas aventuras, letras, textos,
poemas, relatos, vida que se cpmpleta e se multiplica em outras vidas. Nos
achados e perdidos sempre quis fazer amigos, estivessem eles distantes do toque
ou da palavra , mas sempre perto da intenção e do carinho. Hoje espalho sementes
na esperança que floresçam flores mais fortes ás intempéries. Acalento e
acalentei essas amizades, nutri seus desejos e fantasias. Me vi
vivendo outras vidas que ao mesmo tempo são tão iguais ás minhas. Me vi
menino-homem e mais velho sem perder o brilho no olhar , me vi vagando meio
perdido e me vi no abraço de reconhecimento dos novos e velhos amigos, poucos
mas constantes, estando longe ou estando mais perto. Distancias não se calculam
, mas se multiplicam, e muitas vezes o silencio mata amizades ou ás faz mais
necessárias. O destino escolhe nossos amigos, naquilo que alguns chama de acaso,
nada é tão por acaso. Nem a chuva no telhado, nem o vizinho barulhento do lado.
Nem a luz que encanta as noites embriagada de luar , nem o olhar de quem se ama,
nem a cama que acalenta outros sonhos de europa, de mundo novo e velho, de asia,
oceania, de quem rir sem chorar e de quem chora com um sorriso de saudade. Hoje
continuo nas minhas buscas, nas minhas perigrinações. Continuo amadurecendo
sentimentos e buscando a tão sonhada paz, como alguém que luta e sua a camisa
por um dia melhor, por uma vida mais digna.
www.biramalta.com
na longa jornada que não parece terminar. Olho pelos lughares que já passei e
tudo continua em movimento, pois a vida com sua pressas e suas arestas sempre
largas. Meu sentimento nunca está completo porque a verdadeira realização na
vida não se completa , mas sim, as necessidades e exigências se ampliam.
Queremos sempre mais, nada é o bastante. Queremos a felilicidade em doses
generosas quando ela teima em vir em forma de gotas tímidas. Tudo tem sua razão,
seu tempo, seu ritmo, seu mote. Tudo tem um brilho não decifrado. Nem tudo é pra
ser compreendido, mas vivido , vivenciado e compartilhado. Nas minhas divagações
tabtas vezes me achei perdido e me encontrei a buscar outras interrogações e
“pontos de exclamação”, nunca me contentei com o ‘ponto final” ,sempre quis e
quero as reticências ,o caminho aberto pra novas aventuras, letras, textos,
poemas, relatos, vida que se cpmpleta e se multiplica em outras vidas. Nos
achados e perdidos sempre quis fazer amigos, estivessem eles distantes do toque
ou da palavra , mas sempre perto da intenção e do carinho. Hoje espalho sementes
na esperança que floresçam flores mais fortes ás intempéries. Acalento e
acalentei essas amizades, nutri seus desejos e fantasias. Me vi
vivendo outras vidas que ao mesmo tempo são tão iguais ás minhas. Me vi
menino-homem e mais velho sem perder o brilho no olhar , me vi vagando meio
perdido e me vi no abraço de reconhecimento dos novos e velhos amigos, poucos
mas constantes, estando longe ou estando mais perto. Distancias não se calculam
, mas se multiplicam, e muitas vezes o silencio mata amizades ou ás faz mais
necessárias. O destino escolhe nossos amigos, naquilo que alguns chama de acaso,
nada é tão por acaso. Nem a chuva no telhado, nem o vizinho barulhento do lado.
Nem a luz que encanta as noites embriagada de luar , nem o olhar de quem se ama,
nem a cama que acalenta outros sonhos de europa, de mundo novo e velho, de asia,
oceania, de quem rir sem chorar e de quem chora com um sorriso de saudade. Hoje
continuo nas minhas buscas, nas minhas perigrinações. Continuo amadurecendo
sentimentos e buscando a tão sonhada paz, como alguém que luta e sua a camisa
por um dia melhor, por uma vida mais digna.
www.biramalta.com
A vida é uma busca continua.
ResponderExcluirTexto de grande sabedoria, bom de ler e melhor de meditar.
Gostei muito, possuí a verdade que devemos ouvir.
Beijos amiga
Margarida
Olá amiga,
ResponderExcluirAs vezes fico a pensar que o Bira (quem escreve as crônicas) mora na Holanda, entretanto nunca vais "despregar" do lugar de onde veio... ás vezes isto é salutar. Pois viver na Holanda sem sofrer as saudades, é mero trabalho de abstração. Ou vive-se plenamente, ou fica-se com todos os sentidos voltados para o torrão natal.
bs,